Na última semana de fevereiro (23 a 27), o preço da maçã manteve trajetória de queda, ainda que em ritmo menos intenso do que ao longo do restante do mês. Com as sucessivas retrações, fevereiro encerrou com os menores valores de comercialização desde 2022.
Segundo agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea, a pressão sobre as cotações está ligada ao aumento da oferta, impulsionado pelo avanço da colheita da variedade gala. A maior disponibilidade da fruta no mercado interno contribuiu diretamente para o recuo dos preços.
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Com a redução dos valores no mercado doméstico, as exportações podem se tornar mais atrativas, especialmente para os agentes que conseguirem atender aos padrões exigidos pelo mercado externo.
Para o início de março, a expectativa é de continuidade da colheita da gala e início da fuji, o que deve ampliar ainda mais a oferta interna e manter a pressão baixista sobre os preços.
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