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Anfavea pede teto de 5% no Imposto Seletivo para automóveis

Foto do autor Francieli Galo
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Anfavea pede teto de 5% no Imposto Seletivo para automóveis
Anfavea pede teto de 5% no Imposto Seletivo para proteger setor automotivo. Foto: Canva

Associação defende teto de 5% no Imposto Seletivo sobre automóveis para evitar alta nos preços e manter investimentos no setor

A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) defende a criação de um teto de 5% para o Imposto Seletivo sobre automóveis e veículos leves. Isso garante previsibilidade às empresas e evita aumento da carga tributária, que poderia pressionar os preços dos carros.

Risco de encarecimento dos veículos

O Senado votará uma nova etapa da regulamentação da Reforma Tributária. O texto já prevê limites para outros setores da economia. No entanto, não contempla o setor automotivo. Sem um teto, as alíquotas podem começar em 10% e chegar a 35%. Com isso, os veículos novos ficariam mais caros. Além disso, isso pode incentivar a compra de carros usados, atrasando a renovação da frota nacional.

“Não pedimos privilégio, mas igualdade de tratamento. Caso não haja limite, corremos o risco de um imposto muito alto, que encarece os automóveis e prejudica os consumidores”, afirmou Igor Calvet, presidente da Anfavea.

Impacto sobre investimentos e empregos

A entidade ressalta que, dentro do teto de 5%, é possível manter estímulos a tecnologias menos poluentes. As alíquotas variariam conforme o nível de emissão de cada veículo. Além disso, a medida preservaria os R$ 190 bilhões em investimentos prometidos para os próximos anos.

O setor automotivo, estratégico para exportações e responsável por milhares de empregos, teme que a falta de limite cause insegurança e reduza a competitividade. “O Senado pode corrigir essa distorção ao definir o teto, garantindo arrecadação ao governo sem comprometer o setor”, completou Calvet.

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Editor RuralNews
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