Na última semana, as regiões classificadoras do Sul do Brasil testemunharam um ritmo restrito de vendas da maçã fuji. Segundo relatos de colaboradores do Hortifrúti/Cepea, essa situação é resultado de uma combinação de fatores que impactam diretamente o mercado.
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Um dos principais fatores é o registro de temperaturas mais baixas nos grandes centros consumidores, o que tradicionalmente reduz o consumo de frutas em geral. Além disso, o mercado foi inundado com um grande volume de maçãs fuji de menor qualidade, conhecidas como "rapa" de colheita, o que contribui para aumentar a concorrência e pressionar os preços para baixo. Além disso, a presença de maçãs importadas também intensificou a competição no mercado interno.
Em termos de preço, na média das regiões classificadoras, a maçã fuji 110 Cat 3 foi comercializada a R$ 109,44 por caixa de 18 kg, registrando uma queda de 5% em relação à semana anterior.
Esses dados destacam os desafios enfrentados pelos produtores e comerciantes de maçã fuji no Sul do Brasil. Diante desse cenário complexo, é crucial que os envolvidos no setor adotem estratégias eficazes para lidar com as flutuações do mercado e garantir a sustentabilidade dessa importante cadeia produtiva.
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