O tempo quente e o reduzido volume de chuva no estado de São Paulo desde meados de fevereiro vêm preocupando citricultores.
Qualidade da laranja limita ritmo de compras da indústria
Pernambuco bate recorde histórico na exportação de frutas em 2026
Exportações de suco de laranja crescem, mas receita cai 27%
Segundo levantamentos do Cepea, muitos temem que o clima prejudique a laranja e a lima ácida tahiti deste final de safra 2024/25 e também a produção de citros da próxima temporada (2025/26).
No caso da safra 2024/25, as altas temperaturas podem trazer impactos negativos sobretudo às variedades tardias.
Agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea relataram que o calibre das laranjas valências têm ficado abaixo do ideal para o mercado in natura – o tamanho reduzido da fruta afasta o consumidor, e a fruta acaba sendo direcionada à indústria para moagem.
Quanto aos preços, seguem em queda. Na semana passada, a caixa de 40,8 kg da laranja à indústria foi cotada a R$ 70,00/cx, em média, recuo de 5,95% em relação ao período anterior. No mercado in natura, a variedade pera se desvalorizou 4,76%, a R$ 91,08/cx de 40,8 kg.
Fonte: Cepea
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