A comercialização do algodão em pluma no mercado spot brasileiro foi limitado no decorrer de fevereiro devido à “queda de braço” acirrada entre produtores e compradores, de acordo com pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Entre 31 de janeiro e 28 de fevereiro, o Indicador do CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 1,55%, fechando a R$4,1781/lp na última sexta-feira (28/02).
Segundo o Centro de Pesquisas, a dificuldade em aprovar os lotes disponibilizados fez com que alguns players muitas vezes evitassem até mesmo discutir os valores. Isso levou os vendedores a darem maior atenção ao mercado externo, com lotes não aceitos por indústrias domésticas sendo redirecionados às exportações.
Rally da Safra projeta produção de 4,2 milhões de t de algodão
Testes de qualidade vão avaliar 100% da safra de algodão 2025/2026
Vendedores de algodão sustentam preços mesmo com mercado frio
Ainda conforme o Cepea, produtores também estavam focados nas atividades de campo e no cumprimento dos contratos a termo, prevalecendo a posição firme especialmente para lotes com qualidade superior. A média de fevereiro, de R$4,1440/lp, ficou 5,7% superior à paridade de exportação, a maior vantagem para a cotação interna desde março de 2023.
Fonte: Cepea
Siga o portal RuralNews nas redes sociais
Acompanhe as principais notícias do agro em tempo real.
