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Preços da soja seguem pressionados em Chicago no início da semana

Incertezas externas e avanço do clima favorável nos EUA mantêm pressão sobre o mercado internacional

Preços da soja seguem pressionados em Chicago no início da semana
Mercado da soja abre a semana em queda, influenciado por fatores externos e avanço do plantio nos EUA. Foto: Canva
Foto do autor Camilo Motter
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Os contratos futuros da soja iniciam a semana em queda na Bolsa de Chicago. Na manhã desta segunda-feira, os primeiros vencimentos operam com perdas entre 2 e 4 pontos, com o contrato julho cotado a US$ 10,39. No pregão anterior, as baixas variaram entre 10 e 12 cents e, na semana passada, a desvalorização acumulada chegou a quase 2%. No mês de maio, os preços recuaram cerca de 0,5%.

Segundo a Granoeste Corretora, o mercado segue pressionado por incertezas quanto às negociações tarifárias dos Estados Unidos com outros países, principalmente a China. A possibilidade de novos aumentos nas taxas de importação de aço e alumínio, além da indefinição em torno do programa de biocombustíveis e o bom clima nas lavouras do Meio-Oeste americano, contribuem para o cenário de baixa.

O USDA divulgará no fim da tarde uma nova atualização sobre o avanço do plantio nos EUA. Na semana passada, 76% da área de soja já havia sido semeada, índice bem superior ao mesmo período do ano anterior.

No Brasil, a colheita está considerada encerrada. A produção estimada pela Conab é de 168,3 milhões de toneladas, um aumento de 14% em relação ao ciclo passado.

Os prêmios nos portos brasileiros variam entre 60 e 90 pontos no mercado spot. No oeste do Paraná, as primeiras indicações de compra estão entre R$ 125,00 e R$ 128,00. Em Paranaguá, os valores giram entre R$ 134,00 e R$ 138,00, dependendo do prazo de pagamento, local e período de embarque.

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