A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) comunicou uma atualização operacional no fluxo de cadastro e validação das facas utilizadas nas prensas das Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBAs) de todo o País. A medida tem como objetivo conferir maior celeridade ao envio e à submissão de malas de amostras no Sistema de Identificação da Abrapa (SAI), mantendo os padrões de rastreabilidade, segurança e conformidade do setor.
Com a nova diretriz, a Abrapa deixa de realizar a validação prévia e centralizada das dimensões das facas das prensas. A responsabilidade pelo procedimento de cadastro e pela aprovação das especificações técnicas passa a ser assumida diretamente pelo inspetor da UBA, desde que devidamente habilitado e treinado.
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O profissional deverá registrar os dados no sistema e declarar formalmente a veracidade das informações inseridas. Todos os registros inseridos continuarão submetidos a auditorias, rastreabilidade e mecanismos de verificação previstos nos programas oficiais de qualidade da entidade.
Reconhecimento técnico e agilidade operacional
A decisão de reformular o processo fundamenta-se no reconhecimento da capacidade e competência técnica dos inspetores das algodoeiras, eliminando uma etapa burocrática considerada desnecessária no auge do beneficiamento da safra.
A entidade reforça que os parâmetros e orientações sobre as dimensões adequadas das facas de prensagem utilizadas no enfardamento permanecem disponíveis para consulta pública no Comunicado Técnico 03/2026. A expectativa da associação é que as UBAs em estados como Mato Grosso, Bahia e Goiás adotem o novo fluxo imediatamente para garantir a fluidez na classificação e comercialização da fibra.
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