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Exportações de carne bovina crescem 15% em 2026

Foto do autor Jair Reinaldo
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Exportações de carne bovina crescem 15% em 2026
China segue liderando as compras de carne bovina brasileira em 2026.

Volume exportado no primeiro quadrimestre supera 950 mil toneladas, com China ampliando compras da proteína brasileira

As exportações brasileiras de carne bovina in natura seguem em ritmo acelerado em 2026. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o país embarcou 953,606 mil toneladas da proteína no primeiro quadrimestre do ano, volume 15,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O desempenho também supera em quase 30% o volume exportado nos quatro primeiros meses de 2024, reforçando a força da demanda internacional pela carne bovina brasileira.

De acordo com pesquisadores do Cepea, desde março de 2025 os embarques vêm mantendo volumes mensais acima de 200 mil toneladas.

Abril registra maior volume da história para o mês

Somente em abril de 2026, o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina in natura, o maior volume já registrado para o mês em toda a série histórica da Secex.

A China segue como principal destino da proteína brasileira. Apenas em abril, os chineses importaram 135,472 mil toneladas, crescimento de 32,8% em relação a março.

No acumulado do quadrimestre, as compras chinesas somaram 460,888 mil toneladas, avanço de 19,3% frente ao mesmo período do ano passado.

Mercado acompanha desafios externos

Apesar do desempenho positivo, o mercado monitora possíveis desafios para os próximos meses. Segundo o Cepea, o ambiente externo pode se tornar mais desafiador diante das discussões envolvendo cotas chinesas e também das novas exigências da União Europeia relacionadas ao uso de antimicrobianos em produtos de origem animal.

O bloco europeu divulgou recentemente uma lista de países considerados aptos a atender às novas regras sanitárias, deixando o Brasil fora da relação. Ainda assim, os embarques brasileiros para a União Europeia representam cerca de 4% das exportações totais de carne bovina do país.

Mesmo com esse cenário, a oferta global reduzida da proteína segue sustentando a demanda pela carne bovina brasileira no mercado internacional.

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Editor RuralNews
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