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Pará tenta se ajustar a regras do Parlamento Europeu para exportação de carne

Criadores e donos de frigoríficos recebem orientações sobre rastreabilidade

Pará tenta se ajustar a regras do Parlamento Europeu para exportação de carne
Animais devem ser identificados por meio de brincos. Foto: Abcar
Foto do autor Francieli Galo
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Pecuaristas e donos de frigoríficos participaram do Programa de Integridade e Desenvolvimento da Cadeia da Pecuária do Pará, realizado nesta quinta-feira (7), em Xinguara, na região sul do Estado, a 800 quilômetros de Belém, para conhecer detalhes do programa de rastreabilidade de animais, exigido pela Europa para a importação de carne.

A meta do programa é identificar, com a aplicação de brincos e bottons, todos os bovinos e bubalinos movimentados dentro do Estado, para qualquer finalidade, inclusive abate, cria, recria, engorda, leilões e exportação, até 31 de dezembro de 2025.A identificação de todo o rebanho do estado, movimentado ou não, deverá ser concluída até dezembro de 2026.

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O Conselho Gestor, que envolve representantes da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), entre outros órgãos, trabalha para aproximar e envolver pecuaristas e empresários do setor industrial na elaboração do programa.

Uma das exigências do Parlamento Europeu é o que o gado criado para exportação de carne não seja de áreas desmatadas - regra que vale para todos os países exportadores.

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