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Dólar, ausência de chuvas e mau humor do mercado continua afetando mercado de milho

De acordo com a CONAB, a colheita de milho safrinha no BR atinge 89,2%, ante 97,1% de época semelhante em 2022.

Dólar, ausência de chuvas e mau humor do mercado continua afetando mercado de milho
Foto do autor Camilo Motter
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O mercado de milho segue com sinais mistos para essa primeira semana de setembro. Do lado positivo, a ausência de chuvas mais expressivas nos EUA na reta final da safra. Do lado negativo, temos a força do dólar, que pressiona CBOT, além do mau humor dos mercados internacionais, com queda nas bolsas e também no petróleo.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que a colheita de milho safrinha no Brasil atinge 89,2%, ante 97,1% de época semelhante em 2022.
Segundo Safras e Mercado, o plantio de milho verão 2023/24 em território nacional atinge 15,5% da área, projetada em 4,09MH, queda de 100 mil hectares em relação ao ano anterior. Na mesma data do ano passado, o percentual de plantio estava em 10,3%. Por estado, os trabalhos de campo chegam a 47,3% no RS, 9,3% em SC e 2,1% no PR.

Internamente, os preços seguem pressionados – com o avanço da colheita e diante de um mercado externo relativamente acomodado. As cotações internacionais, permanecem como balizamento e piso para os preços domésticos. Enquanto isto, os produtores se mantêm atentos, acompanhando a fase final de evolução da safra dos EUA, bem como a evolução da implantação da safra de verão no Brasil e na Argentina.

Neste dia 02/09, as indicações de compra estão na faixa entre R$ 47,00/49,00 no oeste do estado; em Paranaguá, entre R$ 58,00/60,00 – dependendo de prazos de pagamento e, no interior, também da localização do lote.

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