Dólar: R$ 3,5823 | Boi gordo (B3): RS 352,00 | Soja (Cascavel/PR): R$: 116,00 | Trigo (Guarapuava/PR): RS: R$116,00 | Milho (Paranaguá/PR): RS: 63,50 | Petróleo (Barril): R$: 442,05 |
Feijão

Oferta reduzida mantém preços do feijão em alta

Ritmo lento da colheita no Paraná e disponibilidade restrita seguem pressionando o mercado do feijão carioca e preto

Oferta reduzida mantém preços do feijão em alta
Oferta limitada e atraso na colheita sustentam valorização do feijão no mercado brasileiro.
Foto do autor Jair Reinaldo
Publicado em:

A menor oferta de feijão nas principais regiões produtoras do país continua sustentando as cotações do grão no mercado interno, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O ritmo lento da colheita no Paraná, principal produtor da segunda safra nacional, tem sido um dos principais fatores de sustentação dos preços tanto do feijão carioca quanto do feijão preto.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses e as chuvas irregulares registradas nas últimas semanas atrasaram a colheita e reduziram a disponibilidade do produto no mercado.

Produção no Paraná preocupa mercado

Além do atraso na entrada da nova safra, novas revisões negativas para a produção paranaense da temporada 2025/26 aumentaram a atenção dos agentes do setor.

Neste cenário, os preços do feijão carioca seguem em alta neste início de maio, impulsionados pela oferta mais restrita.

Segundo o Cepea, compradores e vendedores acompanharam de perto o calendário de colheita no Paraná e também a previsão de avanço de uma frente fria na região Sul. Apesar disso, o mercado apresentou cautela nas negociações devido aos preços mais elevados.

Feijão preto ganha espaço

O feijão preto também registrou maior interesse por parte dos compradores nas últimas semanas.

Segundo o Centro de Pesquisas, aumentou a procura por novos lotes da segunda safra, movimento que contribuiu para sustentar as cotações da variedade no mercado interno.

Comentários
Buscar no site
Leia também
Fala, agro!
Mais lidas Mato Grosso