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Mercado do milho reage a medidas dos EUA e opera em alta em Chicago

Foto do autor Francieli Galo
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Mercado do milho reage a medidas dos EUA e opera em alta em Chicago
Preços do milho sobem em Chicago com foco nas tarifas dos EUA e no relatório do USDA. Foto: Canva

Expectativa por relatório do USDA e cenário cambial movimentam preços do cereal nesta quinta-feira

Os contratos futuros do milho operam em alta na Bolsa de Chicago na manhã desta quinta-feira (10), com valorização de 4 pontos na posição maio, cotada a US$ 4,78 por bushel. Segundo informações da Granoeste Corretora, o movimento acompanha a reação positiva do mercado após o governo norte-americano, sob comando de Donald Trump, anunciar uma guinada nas tarifas de importação, deixando a China de fora das flexibilizações.

Na quarta-feira (9), os preços já haviam subido 5 pontos nos primeiros vencimentos após o anúncio surpresa. O impacto também foi observado na BMF: o contrato de maio subiu para R$ 80,25 (ante R$ 79,60) e o de julho para R$ 72,70 (frente aos R$ 72,20 do dia anterior).

Os investidores agora aguardam o relatório de oferta e demanda que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ainda nesta quinta. De acordo com a Granoeste, não são esperadas grandes surpresas no levantamento.

A previsão para os estoques norte-americanos é de 38,25 milhões de toneladas, abaixo dos 39,1 milhões registrados em março e dos 55,2 milhões da safra anterior. Já os estoques mundiais devem somar 288,0 milhões de toneladas, levemente abaixo dos 288,9 milhões do mês anterior e bem abaixo das 319,6 milhões de 2023/24.

Para o Brasil, a projeção do USDA é de uma safra de 126,1 milhões de toneladas, número praticamente estável em relação ao levantamento de março (126,0 milhões) e superior às 124,0 milhões da temporada passada. No caso da Argentina, a estimativa permanece em 49,3 milhões de toneladas, frente às 56,0 milhões colhidas em 2024.

No mercado físico, a Granoeste aponta que as indicações de compra no oeste do Paraná giram entre R$ 73,00 e R$ 75,00, a depender do prazo de pagamento e da localização dos lotes.

Câmbio: Na quarta-feira, o dólar chegou a bater R$ 6,09, mas recuou com força após o anúncio das novas diretrizes comerciais do governo Trump. A moeda fechou o dia em R$ 5,844, com queda de 2,7% e oscilação superior a 4%. No início desta quinta-feira, a cotação opera estável, na casa dos R$ 5,85.

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Editor RuralNews
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