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Feijão em Minas Gerais é afetado por pouca chuva e muito calor

O cenário de calor e irregularidade de chuvas trazem impactos nas operações de implantação e de manejo das lavouras em Minas Gerais

Feijão em Minas Gerais é afetado por pouca chuva e muito calor
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Os efeitos das altas temperaturas e baixas precipitações foram amenizados pelo uso de irrigação no feijão, o produto mais tradicional no consumo dos brasileiros. Segundo Climatempo, em Minas Gerais, esse cenário de calor e irregularidade de chuvas trazem impactos nas operações de implantação e de manejo das lavouras. Somadas as 3 safras da leguminosa a expectativa é de uma produção de 3,1 milhões de toneladas.

No Estado de São Paulo as condições gerais, até o momento, são de bom aspecto fitossanitário. O clima afetou as culturas de inverno, com queda na produtividade em quase todos os produtos quando comparada à última safra. Para o trigo, principal produto, as chuvas volumosas, ventanias, granizo, enchentes, muita nebulosidade e poucos dias com sol dificultam a conclusão da colheita no Rio Grande do Sul. O volume de produção está estimado em 8,1 milhões de toneladas.

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Os climatologistas do Climatempo informam que tendência é que a frente fria se afaste para alto-mar transportando um pouco mais de umidade para as cidades do sul e oeste do RS. Uma nova onda de calor vai atuar sobre o Brasil a partir desta quinta-feira, 14 de dezembro de 2023, elevando as temperaturas em plena reta final de primavera. A estação se despede com um período de calor intenso, onde as temperaturas voltam a ficar de 3 a 5°C mais quente que o padrão para a época em boa parte do Brasil e com características de onda de calor com mais de 5° graus acima da média, em parte do país.

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