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RS prorroga estado de emergência zoossanitária para combater a gripe aviária

Medida agiliza questões administrativas, jurídicas e financeiras para que doença mantenha-se longe de plantéis avícolas gaúchos

RS prorroga estado de emergência zoossanitária para combater a gripe aviária
Estado conta com três focos de gripe aviária em leões-marinhos ainda não oficialmente encerrado
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O Rio Grande do Sul prorrogou por mais 180 dias o estado de emergência zoossanitária para enfrentamento da gripe aviária. Embora o Estado não tenha registro da doença em plantel avícola comercial ou de subsistência, conta com três focos em leões-marinhos ainda não oficialmente encerrados.

A medida foi oficializada pelo decreto 57.439/2024, publicado no Diário Oficial do Estado de segunda-feira (22/1) e vale até 22 de julho. A renovação acompanha orientação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que também prorrogou o estado de emergência em todo território nacional por mais 180 dias.

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) a emergência zoossanitária agiliza questões administrativas e jurídicas para aquisição mais rápida de equipamentos e produtos necessários ao enfrentamento da enfermidade, além facilitar o acesso aos recursos disponíveis para a finalidade.

Para o diretor adjunto do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, Francisco Lopes, a prorrogação auxilia e dá prioridade para as ações de controle da doença. “Como a avicultura soma o maior valor bruto da produção agropecuária do Rio Grande do Sul, apesar da redução dos registros de mortalidade de animais silvestres, o Serviço Veterinário Oficial permanece em alerta, com o monitoramento da influenza aviária em todo o Estado e com ações de vigilância e de educação sanitária", destaca.

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