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Depois da pressão, mercado do milho respira mais aliviado

Foto do autor Camilo Motter
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Depois da pressão, mercado do milho respira mais aliviado
A colheita da segunda safra de milho no Brasil vem se intensificando e chega a 47,9%. Foto Gilson Abre / AEN

O centro do debate passa a ser o comportamento do clima nos campos do Meio Oeste dos Estados Unidos

Depois de várias sessões em queda, os contratos negociados com milho em Chicago operaram em alta na manhã desta terça-feira, com ganhos de 3 cents, a U$ 4,10/setembro. Ontem, ainda com a repercussão negativa dos relatórios de plantio e de estoques do USDA, o mercado seguiu pressionado.

Ao longo de junho a perdas chegaram a 10,5%; julho promete ser um mês de recuperação. Na BMF, a posição julho trabalha em R$ 57,05 (+0,65%) e setembro R$ 59,35 (+0,75 %).

O relatório de acompanhamento de safra do USDA mostrou a seguinte qualidade das lavouras de milho: 67% em boas/excelentes condições; 24%, regulares e 9% ruins/péssimas. Houve queda de 2 pontos em relação à semana passada. No mesmo ponto do ano passado, os índices eram, respectivamente, 51%, 34% e 15%.

Em relação ao estágio, 11% entraram em floração, ante 7% do mesmo ponto do ano passado e 6% de média histórica. O centro do debate passa a ser o comportamento do clima nos campos do Meio Oeste, bem como a evolução da safra norte-americana. Este será o principal vetor na formação do preço internacional.

As perspectivas indicam tempo mais quente e seco pela frente, depois de um período de chuvas mais intensas. E tem o 4 de julho, feriado nos EUA, que muitas vezes tem sido um divisor de águas em relação ao rumo dos preços.

A colheita da segunda safra de milho no Brasil vem se intensificando e chega a 47,9%, indica levantamento da Conab. No mesmo ponto do ano passado, os trabalhos estavam finalizados em 20%. Indicações de compra no oeste do Paraná na faixa entre R$ 53,00/55,00 – dependendo de prazo de pagamento e localização do lote. Nos portos, para a safrinha, as indicações giram na faixa de R$ 58,00/60,00 por saca.

Depois de renovar novas altas na jornada anterior e atingir o maior nível em dois anos e meio, a taxa teve leve recuo nesta terça-feira, cotada em R$ 5,64. Ontem fechou em R$ 5,653.

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Editor RuralNews
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