Filtre notícias por regiões: Nacional | Paraná | Goiás | São Paulo | Rio Grande do Sul | Mato Grosso | Mato Grosso do Sul | Minas Gerais | Nordeste |
NOTÍCIAS DO AGRO > nacional > soja

Tensão no Oriente Médio eleva soja e sustenta alta no mercado brasileiro

Valorização internacional elevou a paridade de exportação e deu suporte aos preços domésticos, enquanto novas exigências fitossanitárias limitaram os negócios nos portos

Tensão no Oriente Médio eleva soja e sustenta alta no mercado brasileiro
Valorização externa da soja elevou a paridade de exportação e sustentou as cotações no Brasil em meio a incertezas nos portos.
Foto do autor Francieli Galo
Publicado em:

Os preços internacionais da soja avançaram na semana passada, impulsionados principalmente pelo aumento das tensões no Oriente Médio. O cenário intensificou as preocupações em relação ao fluxo de petróleo na região e sustentou as cotações das commodities energéticas, movimento que também refletiu sobre o mercado da oleaginosa.

Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a valorização externa elevou a paridade de exportação e deu sustentação às cotações domésticas da soja no Brasil.

Publicidade

Alta externa reforça preços no mercado interno

De acordo com o Cepea, o avanço das cotações internacionais foi o principal fator por trás da nova alta observada no mercado brasileiro.

Com a valorização da soja no exterior, a paridade de exportação subiu, o que contribuiu para fortalecer os preços internos e manter o mercado doméstico sustentado ao longo da semana passada.

Novas exigências limitam negócios nos portos

Apesar do suporte vindo do mercado internacional, o ritmo de negócios nos portos brasileiros foi limitado por novos protocolos de exigências fitossanitárias.

Segundo o Cepea, esse cenário fez com que cargas destinadas à exportação fossem devolvidas nos últimos dias, aumentando a cautela entre os agentes e trazendo incerteza para as operações voltadas ao mercado externo.

Mercado interno ganha prioridade diante das incertezas

Diante das dificuldades e da falta de clareza em relação às novas exigências fitossanitárias, parte dos agentes passou a priorizar negociações entre regiões do mercado interno.

Segundo o Cepea, esse movimento ocorreu em detrimento das exportações, ao menos até que haja maior definição sobre as exigências e sobre o impacto delas no fluxo dos embarques.

Com isso, mesmo com a alta internacional dando suporte às cotações, o mercado brasileiro também passou a ser influenciado por um redirecionamento momentâneo dos negócios para o ambiente doméstico.

Comentários

Newsletter

Receba resumos de notícias diários

Buscar no site

Publicidade

Leia também


Fala, agro!

Publicidade

Mais lidas

Publicidade
Banner publicitário