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Os preços do milho operam em alta na CBOT nesta quarta-feira

Foto do autor Camilo Motter
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Os preços do milho operam em alta na CBOT nesta quarta-feira

Ontem fechou com ganhos de 15 pontos, refletindo a piora na condição das lavouras norte-americanas

Os preços do milho operam em alta na CBOT nesta manhã de quarta-feira, mais 6 cents, a U$ 7,65/julho; ontem fechou com ganhos de 15 pontos, refletindo a piora na condição das lavouras norte-americanas. O clima se mantém como ponto central na evolução da safra dos EUA e ganhará mais importância com a chegada do mês de julho.

– Os participantes buscam ajustar as carteiras frente aos decisivos relatórios que serão divulgados amanhã pelo USDA – sobre a área semeada e sobre os estoques do trimestre.

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– Em relação ao plantio, o mercado espera que a área de milho fique em 36,30 milhões de hectares, uma extensão ligeiramente superior àquela estimada na 1ª intenção, divulgada em março, de 36,22MH; porém, 3,9% abaixo dos 37,78MH semeados no ano passado.

– Para o relatório de estoques, que se refere ao volume de milho existente nos EUA em 1º de junho (início do último trimestre de 2021/22), o mercado espera 110,0MT, contra 104,4MT de junho da temporada passada.

– Nos EUA, novas previsões indicam temperaturas em alta nas principais regiões de cultivo. Determinadas áreas chegam a ultrapassar os 35°C; a ocorrência de chuvas é limitada a bolsões e são de baixa intensidade. Para o mês de julho, os indicativos são calor intenso e baixo volume de precipitações. Em muitas regiões, a umidade relativa do ar está abaixo dos 20%.
– Segundo o DERAL, a colheita de milho safrinha no PR atinge 6%. A área semeada é 9% superior à temporada passada. Em relação à qualidade, as lavouras são classificadas em: 72% boas, 21% regulares e 7% ruins; se dividem entre as fases de frutificação, 45% e maturação, 55%. A safrinha do estado é estimada em 16,0MT.

– Comparado a anos anteriores, o mercado interno conta com baixo volume de negócios realizados antecipadamente, o que acumula mais produto para ser negociado daqui para frente. Esta postura vem gerando, agora, no período de colheita, mais pressão sobre os preços

– Indicações de compra no mercado doméstico seguem mais frouxas, refletindo a maior disponibilidade de produto com o avanço da colheita. O câmbio, acima dos U$ 5,20, combinado com a retomada de ganhos na CBOT, dá suporte pela via da paridade externa.

– Indicações de compra na faixa entre R$ 84,00/86,00 no oeste do estado; em Paranaguá, entre R$ 91,00/94,00 – dependendo de prazos de pagamento e, no interior, também da localização do lote.

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Editor RuralNews
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