Chuvas na Argentina e alta do dólar fazem novamente a soja fechar em queda na CBOT
As chuvas que caÃram no fim de semana em áreas agrÃcolas da Argentina e do Brasil são fatores baixistas para o mercado, assim como a desvalorização do real frente ao dólar ontem e hoje.
- SOJA JANEIRO/23: -1,97% OU 30,0 CENTS/BUSHEL A $ 1519,25;
- FARELO DE SOJA JANEIRO/23 -0,40% OU -$1,9/TON CURTA A $ 478,5;
- ÓLEO DE SOJA JANEIRO/23 -1,03% OU -0,66/LIBRA-PESO A $ 63,81.
A soja foi negociada em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira, 03/01, após o feriado de Ano Novo. As chuvas que caíram no fim de semana em áreas agrícolas da Argentina e do Brasil são fatores baixistas para o mercado, assim como a desvalorização do real frente ao dólar ontem e hoje, que agrega competitividade às exportações brasileiras. Além disto um relatório indicando queda no volume na fiscalização de embarques de soja amewricana tamém pressionou as cotações.
LAVOURAS BRASILEIRAS RECEBEM CHUVA
Sobre as lavouras brasileiras, a Conab indicou ontem que no Mato Grosso a colheita é incipiente e que a regularização das chuvas beneficiou as lavouras. No Rio Grande do Sul o plantio evolui lentamente devido à baixa umidade do solo. Muitas lavouras plantadas no início da janela pararam de se desenvolver devido à falta de umidade. No Paraná, a maioria das lavouras apresenta bom desenvolvimento, mas algumas áreas do sudoeste e oeste apresentam os efeitos da menor disponibilidade hídrica.
EMBARQUES MENORES DE SOJA AMERICANA
Em seu relatório semanal de fiscalização dos embarques, desta vez para o segmento de 23 a 29 de dezembro, o USDA levantou embarques de soja de 1.462.882 toneladas, abaixo das 1.774.899 toneladas do relatório anterior e da faixa esperada pelas operadoras, entre 1,5 e 1,87 toneladas.
