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Robô alimentador de suínos economiza 10% dos custos com ração

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Robô alimentador de suínos economiza 10% dos custos com ração

O robô evita desperdícios com a alimentação e pode gerar uma economia de R$ 200 mil por lote de 3 mil animais, o que equivale a 10% dos custos com ração

A Roboagro, empresa do setor de desenvolvimento de robôs alimentadores de animais, lança uma nova versão da tecnologia que busca garantir o aproveitamento de todo o potencial genético dos suínos e a redução de custo com a nutrição de precisão. O novo robô já será usado, inclusive, em testes experimentais.

Chamado de Roboagro FlexFeed, o implemento automatizado distribui dois tipos de rações ao mesmo tempo possibilitando a transição das fases de crescimento/engorda dos suínos com a diluição diária da dieta nutricional.

O robô evita desperdícios com a alimentação e pode gerar uma economia de R$ 200 mil por lote de 3 mil animais (R$ 67/animal), o que equivale a 10% dos custos com ração, segundo simulações da empresa.

O FlexFeed será apresentado ao mercado durante a PorkExpo, maior feira da suinocultura brasileira, que vai ocorrer nos dias 26 e 27 de outubro, em Foz do Iguaçu (PR).

No dia 26, às 18h30, também será assinado um plano de cooperação da empresa com a Embrapa Aves e Suínos para testes, validação de conceito e novos desenvolvimentos de sensores e dispositivos nos robôs. “Com o FlexFeed, conseguimos tratar cada animal de acordo com seu desenvolvimento, evitando desperdícios e melhorando a qualidade da carne.”, afirma o diretor da empresa, Giovani Molin.

Considerando-se que a ração corresponde a aproximadamente 80% dos custos de produção de suínos e que os preços da soja e do milho, componentes das rações, devem seguir em alta, essa economia é considerável para produtores e integradores.

Esse tipo de manejo, automatizado e customizado, só é economicamente viável com os robôs que percorrem toda a granja e permitem a inclusão de implementos até para cuidados veterinários. “Se fossemos colocar sensores em cada baia, ficaria muito caro e as outras formas de manejo não conseguem essa uniformidade e assertividade.”

“Muito tem se falado da suinocultura 4.0, pois o setor precisou se modernizar e utilizar a tecnologia o seu favor para gerenciar de forma mais precisa as criações. Hoje, o Brasil é o quarto maior produtor de suínos do mundo e essa mudança de patamar se faz necessária e urgente para que os fornecedores da carne se posicionem de forma competitiva nos mercados nacionais e internacionais”, pondera Molin.

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Editor RuralNews
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