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Milho abre com ganhos na CBOT influenciado pelo trigo e ataques a portos no Leste Europeu

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Milho abre com ganhos na CBOT influenciado pelo trigo e ataques a portos no Leste Europeu

O milho/CBOT volta a operar no campo positivo, puxado pelo trigo, que sobe mais de 1,5% devido aOos ataques russos a portos ucranianos

Os contratos negociados com milho na Bolsa de Chicago chegam ao intervalo desta manhã de quarta-feira em leve alta, a U$ 5,00/setembro. Ontem, as posições próximas fecharam com perdas de 7 cents. Na BMF, setembro opera em R$ 55,45 (-0,1%) e novembro, em R$ 59,20 (0,0%).

Após alguns pregões em baixa, o milho/CBOT volta a operar no campo positivo, puxado pelo vizinho trigo, que sobe mais de 1,5% devido a novos ataques russos a portos ucranianos. Temperaturas amenas e mais chuvas nos campos agrícolas dos EUA estão chegando justamente na fase crítica de enchimento de grãos. A melhora das perspectivas climáticas acaba limitando os ganhos, mesmo diante do aumento das tensões no Leste Europeu e mesmo com queda nas condições das lavouras reportadas no início desta semana.

Segundo a SECEX, as exportações de milho brasileiro em julho atingiram 4,3MT ante 4,1MT de julho de 2022. No acumulado da estação, as exportações somam 9,8MT, ante 7,7MT do mesmo intervalo do ano passado.

De acordo com o DERAL, a colheita de milho safrinha no estado do PR chega a 17%. A produção é avaliada em 13,9MT, ante 13,2MT da temporada anterior, mesmo com área 12% menor. As plantas se se encontram 19% em frutificação e 81% em maturação e são avaliadas 83% como boas/excelentes, 15% regulares e 2% ruins.

Internamente, a colheita já ultrapassa os 50% e os volumes ofertados se avolumam. As cotações internacionais, apesar de certa lentidão das exportações, servem como balizamento e piso para os preços domésticos. O pior parece ter ficado para trás, mas o mercado se mantém calmo. Os produtores seguem atentos em relação aos percalços vividos pela safra dos EUA, bem como nos novos acontecimentos no Leste Europeu.

Indicações de compra na faixa entre R$ 50,00/52,00 no oeste do estado; em Paranaguá, entre R$ 58,00/61,00 – dependendo de prazos de pagamento e, no interior, também da localização do lote.

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Editor RuralNews
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